Edição
24 Julho 2009 - Nº 10/2009
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Defesa Estratégia e Inteligência da América
Latina
Defesa@Net
Missão Haiti 5 Anos
Como
a publicação que acompanha as tropas brasileiras
no Haiti desde o primeiro contingente em 2004. Cumprimos
a Missão de reportar os 5 anos da participação
e liderança do Brasil na MINUSTAH
Índice
geral das reportagens incluindo vídeos
http://www.defesanet.com.br/01_lz/haiti5anos/index.htm
Bush Supera Obama
Uma
nota que a imprensa brasileira não noticia .
Pesquisa do Instituto Gallup mostra que a avaliação
do Presidente Barack Obama' é inferior ao do
seu antecessor George W. Bush no mesmo período
de tempo na Casa Branca, 6 meses.
A
avaliação do Sr Obama alcançou
uma aprovação de 55% contra 56 % para
George W. Bush após o mesmo período de
tempo.
O
F-22 Raptor I
No
mesmo dia que o Presidente Obama recebia a futura candidata
do Partido dos Trabalhadores à eleição
presidencial de 2010 o Congresso americano negava 1,7
Bilhões de dólares para a aquisição
adicional de caças F-22 Raptor.
Pressionado
o Congresso Americano, inclusive com o voto do Senador
Republica McCain, votou na prática pelo fim do
programa F-22. Uma decisão já prevista
quando em Abril a Administração Obama
decretou a morte das armas avançadas. Armas estas
inúteis para a Guerra ao Terror segundo o Secretário
de Defesa americano Robert Gates.
O F-22 Raptor
II
O programa do caça F22 Raptor que tem a Lockheed
Martin como contratista principal e a participação
da Boeing e Pratt&Whitney deverá terminar
com 187 aviões. A meta inicial era de substituir
o F-15 com 750 aviões foi sendo reduzida nas
décadas de 90 e atual para 442, então
381, 243 e agora 187.
USAF - Fim da Política de “Dual Source”
Uma
prática dos americanos em especial da USAF de
ter sempre uma fonte adicional de fornecedor de motores
para caças foi abandonada com o cancelamento
do programa do motor do alternativo para o F-35 Joint
Strike Fighter , a turbina F136 –desenvolvimento
conjunto da GE e Rolls-Royce.
Permanecerá
somente a turbina F135 produzida pela Pratt&Whitney.
U-Boat
War - Lobbies ou Mensagens
Nelson
During
Nos
últimos dia pontos localizados da imprensa brasileira
têm atacado os programas militares em especial
a aquisição de submarinos e a aquisição
de caças o chamado Projeto F-X2.
Poderia
ser mencionado que um dos articulistas, de notória
ligação com o establishment russo, poderia
estar pleiteando na sua causa. Outro alinhado politicamente
com o Palácio do Planalto poderia estar falando
em nome deste.
Afinal
o que há sob o manto destes ataques que constituem
em um dado momento uma sopa de acusações
e suspeitas em todos os sentidos? Uma clara tentativa
de criar uma onda de falsos e pseudos escândalos.
Apostam
especialmente que o atual mandatário não
decide sobre pressão e aqui surge os “Planos
B” da Rússia e dos Estados Unidos, empastelar
as próximas decisões nestes dois importantes
programas .
A
imprensa apresenta o lobby alemão como a inspiração
dos ataques. Imaginar o seu representante no Brasil
Herr Robert Japp com o espírito do Korvettenkapitän
Günther Prien, que no dia 19 de outubro de 1939
penetrou com o U-47 na até então inexpugnável
base naval inglesa de Scapa Flow, penetrando na Baia
da Guanabara e torpedeando o acordo com a França
é navegar além do docinho.
Porém a motivação parece estar
muito mais próxima ao Palácio do Planalto
que a Hamburgo. Os indícios são de que
estes ataques têm um outro viés muito mais
complexo.
Quando
do encontro de cúpula Obama-Medvedev, julho 2009,
foi acertado uma redução de 30% de armas
nucleares. Também proposta uma reunião
de desarmamento nuclear global em Washington, patrocinada
por Obama no primeiro semestre de 2010.
Os
efeitos deste acordo preliminar Russo-Americano já
foram sentidos na Inglaterra com o governo Gordon Brown
anunciando a possível redução de
ogivas nucleares e a frota de submarinos Trident. é
possível que a França também seja
pressionada a reduzir seus programa nuclear.
Assim círculos do governo Luiz Inácio
começaram a mostrar um desinteresse pelo programa
do submarino nuclear brasileiro ou algo que possa parecer
ofensivo ao governo Obama e procuram criar um ambiente
de agitação e propaganda para que o chefe
possa ter margem de manobra para o cancelamento
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