Comentário
da Semana de Gelio Fregapani
Assuntos:
Ambientalismo, Indianismo e Perigo de Guerra Civil.
Mais
reservas
Recém
a "Batalha da Raposa Serra do Sol foi decidida
pelo STF em favor dos "índios", já
se ouvem rumores sobre a criação de uma
nova mega-reserva no estado, a terra indígena
Anaro. Segundo o jornal Valor Econômico de 8 de
abril, a Funai já estaria reivindicando pelo
menos um terço dos 6 milhões de hectares
destinados pela União ao governo estadual para
"compensar" a criação da Raposa
Serra do Sol, para ali reunir parte das etnias "originárias"
de Roraima. Na verdade, é o projeto de juntar
a reserva São Marcos às contíguas
Raposa Serra do Sol e Ianomâmi, para formar uma
grande nação independente em território
único e contínuo.
Cultura
que a Funai quer manter
Manaus
- Uma menina ianomâmi com hidrocefalia, pneumonia
e tuberculose está sendo tratada no hospital
Infantil. Alguns índios, a Funai e ONGs exigem
que a criança -de 1 ano e 6 meses- volte à
aldeia (639 km de Manaus), sem a alta do hospital.
A
direção do hospital diz que a menina pode
morrer se isso ocorrer. Mesmo assim a Funai quer forçar
a entrega da menina à tribo, onde se não
morrer naturalmente pode ser sacrificada. É incrível
que no século XXI, em nome de preservar culturas
diferentes se mantenha o canibalismo e o infanticídio
institucionalizado.
A
Funai concentra hoje o maior número de apátridas
por metro quadrado do estado brasileiro. No julgamento
sobre Raposa Serra do Sol, mesmo vitoriosa, resistiu
até às 19 exigências feitas pelo
STF para manter a área contínua da reserva.
Suas teses flertavam com um estado independente. Queria
que o Exército Brasileiro lhe pedisse autorização
para entrar "em solo indígena". A Funai
parece desprovida de um mínimo de sentimento
de patriotismo. Não tem conserto. Terá
que ser destruída.
Ambientalismo
O
movimento ambientalista, desde seus primórdios,
foi usado para travar o desenvolvimento nacional. Lamentavelmente
o PT lhe deu força enquanto o usava como bandeira
(juntamente com os movimentos sociais), na escalada
para o poder.
Agora,
face a necessidade de desenvolvimento, o desvirtuamento
político da pauta ambiental começa a ser
desvendado; Uma usina hidrelétrica? Não
pode. Hidrovia? Também não. Estrada na
Amazônia? Nem pensar.
Naturalmente,
nosso País somente aceitou uma situação
assim, bem como a balcanização em diferentes
etnias e classes sociais antagônicas em uma circunstância
especial onde a massa foi mantida na ignorância
e os dirigentes comprometidos com os grupos que o ajudaram
a galgar o poder, mas isto não poderia durar
muito tempo. Já se esboça uma reação.
A primeira foi a retirada da ministra do atraso, ( a
que foi à Londres receber sua medalha de bons
serviços).
O
plenário da Câmara aprovou emenda do deputado
José Nobre Guimarães dispensando de licença
ambiental obras de construção e conservação
de rodovias brasileiras. A medida fixa um prazo máximo
de 60 dias para que o Ibama emita o licenciamento ambiental.
Ao final desse prazo, a licença será automática.
O
Ministério de Meio Ambiente foi criticado pelo
ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento,
Reinhold Stephanes. Ele afirmou que a pasta excede todos
os limites do zelo dedicado ao meio ambiente, provocando
prejuízos ao País.
Como
exemplo, Stephanes disse que "o Brasil importa
91% do potássio que precisa". "Porém,
temos em nosso solo a terceira maior jazida do produto.
Só porque está na Amazônia, o Meio
Ambiente não deixa explorar"..
Para Stephanes, o Ibama é parte de um processo
de congelamento do território brasileiro, onde
"67% da área está congelada para
as atividades tradicionais, e ainda outros 10% ficarão
intocáveis para a preservação da
biodiversidade".
"Da forma em que está esse quadro, sobram
somente 23% do território nacional para produzir.
Atualmente, para atender todos os pedidos sobre criação
de novas áreas indígenas, de conservação
e preservação ambiental, quilombolas e
o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra),
vão ter que anexar algum país vizinho".
(Fonte: Estadão Online)
A
três passos da guerra civil
O
ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola,
o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo
com a sociedade nacional que será preciso muita
habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos
sangrentos. Em Santa Catarina, a imposição
do código do atraso (o florestal) causaria um
choque armado entre a Força Nacional e a Polícia
Militar, apoiada por toda a população.
Certamente neste caso o min Minc provavelmente, terá
o bom senso de recuar, ou então a guerra começará,
e a nessa guerra a Força Nacional não
teria chance de vitória.
Outras
fontes de conflito estão para estourar, dependendo
da radicalização das más medidas
particularmente do min da (in)justiça: Roraima
não está totalmente pacificada; o Mato
Grosso do Sul anuncia revolta em função
da decisão da Funai em criar lá novas
reservas indígenas; no Rio Grande, os produtores
rurais pretendem reagir às provocações
do MST. Uma vez iniciado um conflito, tudo indica que
se expandirá como um rastilho de pólvora.
Este quadro, preocupante já por si, fica agravado
pela quase certeza de que, na atual conjuntura da crise
mundial o nosso País sofrerá pressões
para ceder suas riquezas naturais - petróleo,
minérios e até terras cultiváveis
- e estando dividido sabemos o que acontecerá,
mais ainda quando uma das facções se coloca
ao lado dos adversários como já demonstrou
o MST no caso de Itaipu.
Bem,
ainda temos Forças Armadas, mas segundo as últimas
notícias, terão seu efetivo reduzido.
Será proposital?
Na
próxima semana não enviarei o comentário,
a não ser que tenha um assunto urgente.
Para
quem se interessar pelo livro "No Lado de Dentro
da Selva II" pode se ligar com a Editora Thesaurus
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e-mail.
Saudações
patrióticas
GF
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