Comentário
da Semana de Gelio Fregapani
Assuntos:
Meio ambiente e Política interna
Aquecimento
global
Encontra-se
em desenvolvimento a maior operação psicológica
da história, para convencer os habitantes do
planeta de que a média das temperaturas na superfície
da Terra estão aumentando perigosamente devido
a uma impropriedade de comportamento da humanidade.
Já há algum consenso sobre essa fictícia
emergência climática antropogênica,
obtido de alguns cientistas internacionais, especialmente
escolhidos, que não hesitaram em negociar a própria
dignidade.
Entretanto no decorrer dos milênios, as variações
climáticas no Planeta Terra têm sido episódicas
e aleatórias. Tivemos períodos quentes
e frios, sem qualquer vinculação com as
atividades humanas. No século X, a Terra viveu
uma elevação de sua temperatura, quando
a Revolução Industrial ainda estava longe
de ter início e, em seguida, nos séculos
XVII e XVIII, foi identificado um sensível resfriamento,
que chegou a suscitar, até o século XIX,
a perspectiva alarmista de um novo período glacial.
Atualmente o aumento do frio, em seu terceiro ano contínuo,
parece desmentir o mito do aquecimento global Os cientistas
mais sérios desconfiam que aquecimentos e resfriamentos
sejam cíclicos e provocados principalmente por
alterações na atividade solar; que pouco
tenha a ver com o carbono da atmosfera, e mesmo este,
em erupções vulcânicas, é
lançado de uma só vez em maiores quantidades
do que em décadas de atividade antrópica.
Para prejudicar o desenvolvimento vale distorcer a verdade.
Minc
(inspirado em pronunciamento do dep. Giovani Queiroz)
Mais
uma vez a “defesa” do Meio Ambiente,chefiada
pelo ministro traz problemas para os produtores do Brasil,
particularmente para os da Amazônia (O Ministro
se refere aos produtores como ladrões e malfeitores)
É
lamentável ter um Ministro que marcha em prol
da liberação da droga, que proíbe
o asfaltamento de rodovia porque haveria uma caverna
a 6 quilômetros de onde passaria, que se acha
no direito de impedir a construção hidrelétricas
no Araguaia ou em outros lugares do nosso País.
(os ambientalistas dizem “deste país”,
como se não fosse o deles), que procura evitar
o plantio de cana e de dendê na Amazônia,
condenando a região ao atraso e ao despovoamento
até ser reivindicada por outros povos mais dinâmicos
ou com menos amarras.
O Ministro Mangabeira Unger propos dobrar a produção
de grãos e triplicar a economia da Amazônia
só aproveitando as áreas antropizadas
e as pastagens já degradadas plantando ali a
cana-de-açúcar e produzindo etanol, mas
o Sr. Minc diz que não pode mais implantar usinas
de açúcar e álcool. Cada 5 hectares
de cana geraria um emprego, mas isto não é
levado em conta.
Seguindo a traidora cartilha do Greenpeace, o Ministério
do Meio Ambiente tem levado conseqüências
terríveis com relação à
Amazônia. Diante disso, além de amargar
prejuízos, desemprego haverá muita dificuldade
para viver com dignidade.
Realmente, se há poucos produtores rurais ambientalmente
regulares é porque a lei é impraticável
para a produção de cana em São
Paulo, para a produção de leite em Minas
Gerais e no Brasil inteiro, para a produção
de uva, de café, enfim, para tudo! As fazendas
na Amazônia haviam desmatado 50%, quando a lei
permitia. Era a exigência do INCRA, à época,
para que pudesse titular a terra. Vem uma medida provisória,
impõe 80% de reserva, e de repente o produtor
vira um criminoso, marginal, na ilegalidade. Isto é
só uma manobra para dificultar o povoamento e
a manutenção da posse pelo Brasil.
Nas ações propostas ao MP são citadas
as informações do Imazon e do Greenpeace.
Essas ONGs já provocaram tanta pressão
que, em Santarém, uma região antes exportadora
de milhares de toneladas de arroz, hoje tem que importar
do Rio Grande do Sul até para comer. No Sul do
Pará, havia mais de 10.000 hectares mecanizados,
produzindo soja. Após pressão da Bunge,
foi fechado o armazém para a compra de soja.
Proibiu-se a plantação de cana e agora
proíbe-se a pecuária no Pará como
um todo.
Essas são as ações impensadas,
irresponsáveis e levianas de um Ministério
que, juntamente com a Funai, trabalha no sentido de
prejudicar a produção, o emprego, a ocupação
econômica, enfim, a própria soberania nacional.
Com
que autoridade querem nos ditar eis ambientais
Em Alberta, no Canadá, se retira óleo
de areias betuminosas. A região tem reservas
gigantescas, seis vezes maiores que as da Arábia
Saudita, em petróleo-equivalência.
Entretanto
o processo de retirada do óleo impregnado na
areia, além de caríssimo, consome gigantescas
quantidades de água e gás natural.
Somente a holandesa Shell pretende extrair 500 mil barris
diários, de um total de 1,2 milhão, ininterruptamente
durante 50 anos. A Imperial Oil terá uma cota
de 300 mil barris diários pelo mesmo meio século.
Estima-se que a conversão de betume em óleo
cru contribua entre três e cinco vezes mais para
o efeito estufa do que a extração tradicional
de petróleo. A chuva ácida resultante
das atividades destrói a vegetação,
e enormes lagos artificiais de águas envenenadas
por hidrocarbonetos carcinogênicos e metais pesados
completam o cenário pré-apocalíptico.
Mas eles precisam do petróleo e não amarram
as próprias mãos. Acham que os problemas
gerados terão solução. (Se houver
dinheiro).
A política brasileira tem novo rei –
(transcrito parcialmente da coluna de Jayme Copstein)
Suas
credenciais são as melhores: copa e cozinha com
todos os governantes que já passaram pelo Palácio
do Planalto de Collor a Lula. É PHD em impunidade,
título obtido em árduo concurso de provas
quando trocou figurinhas com os colegas e se absolveu
de cassação do mandato por usar favores
de um lobista para pagar pensão a filho gerado
com uma ex-amante.
Na criação do enclave Raposa-Serra do
Sol foi figura proeminente.
Na campanha anti-armas, lá estava ele a frente,
visando quebrar uma industria nacional para favorecer
a Glock.
Quais serão suas reais intenções
na CPI da Petrobrás? Ajudar uma industria nacional?
– Impossível. Proteger seus corregilionários?
- Por que não? Manter em sua mão o governo
e elementos da oposição? – Provavelmente.
Neste caso, se bem sucedido seu poder se ampliará.
Adivinhou quem é?
Por
falar em armas
Está
em discussão a criação de mais
806 municípios. Se aprovados, o Brasil passaria
a ter 59 mil vereadores. Bem mais do que o Exercito
incorporará este ano – só 40 mil
soldados
Saudações
patrióticas. Até a próxima semana,
se Deus quiser
GF
|