Comentário
da Semana de Gelio Fregapani
Assuntos:
Alvos errados; Perigo de fragmentação
e Gripe Mexicana
Há
quem perceba
(Inspirado
em artigo da Gazeta Mercantil)
A
malfadada demarcação das terras indígenas,
que ficam exatamente sobre riquezas minerais cobiçadas
por muita gente, já gerou uma reação
emocional por parte dos grupos indígenas manipulados
pelas ONGs: a sensação de serem um país,
distinto do Brasil A região caminha para um separatismo,
com provável subordinação aos interesses
de outra nação, talvez a Inglaterra ou
aos EUA, como ocorreu com alguns Estados separados da
antiga União Soviética.
Alvos
Errados
Um
artifício conhecido por todos militares são
os simulacros, isto é falsos alvos para atraírem
o fogo inimigo, livrando o que realmente queremos preservar.
Nos combates em terra se simulam canhões desde
troncos e tanques de borracha infláveis até
falsos entrincheiramentos e fortificações
com campo de minas. Para citar fatos recentes, é
conhecido que, na guerra das Malvinas, os britânicos
ancoraram no canal de São Carlos um velho navio
sem tripulação, cheio de isopor e pó
contra incêndio, com a finalidade de atrair os
poucos exorcet dos caças argentinos, livrando
assim suas belonaves desse míssil destruidor.
A operação foi bem sucedida.
Os argentinos também desviaram o bombardeio do
seu aeroporto, pintando um falso à pequena distância
e colocando sobre o verdadeiro, falsas construções
de armação e lona pintada, que eram retiradas
momentaneamente antes de pousos ou decolagens. A verdadeira
pista funcionou até a véspera da rendição
argentina, sem sofrer bombardeios.
Agora
vemos estarrecidos o desvio de nossa energia para alvos
sem expressão: Debatemos o bate-boca de moleque
no STF esquecendo do empenho do relator em entregar
a Raposa às ONGs; desviamos para os antigos subversivos
já travestidos em pensionistas a atenção
que deveríamos dirigir para o Tarso Genro, Geenhalg
e Thomas Bastos, os causadores das indenizações
milionárias e acirramento dos velhos antagonismos;
indignamo-nos com as passagens aéreas de meia
dúzia de malandros e nos esquecemos dos bilhões
doados ao MST e às ONGs estrangeiras, criadas
especificamente para esfacelarem o Brasil em nações
indígenas, nações quilombolas,
sobrando o nome como uma expressão geográfica
balcanizada, entremeada por feudos autônomos de
gangues como o PCC e o Comando Vermelho e habitada por
indivíduos cuja grande aspiração
é conseguir uma dupla cidadania em função
de sua já mesclada origem européia
A
grave crise em gestação no Brasil não
é econômica, política ou social,
mas de Estratégia Nacional. De repente, parece
que o Estado sumiu, restando apenas o governo em seu
lugar. Ou restaura-se o Estado soberano no Brasil ou,
em menos tempo do que se imagina, o território
nacional poderá entrar em processo de fragmentação.
Ao
longo da história, o nosso Brasil teve êxito
em manter unidos seu povo e seu território, ao
contrário do que ocorreu nos países da
América Hispânica.
A obra unificadora do Império quase foi abalada
apenas na Regência e no início da República.
Durante o Século XX, nosso país não
teve problemas de separatismos, nem foi envolvido em
conflitos armados na América do Sul.
Na
política externa e interna, a elite dirigente,
apesar das justas críticas, conseguira manter
o Brasil unido. Entre os segmentos que a compunham,
o militar sempre esteve presente.
Hoje, além das divisões internas em etnias
hostis, a atuação para-militar de facções
políticas como o MST e o radicalismo ambiental
geram reações que tendem conduzir a conflitos;
portanto são forças centrífugas.
Com
a desmoralização generalizada dos três
Poderes e o afastamento das Forças Armadas do
centro das decisões, as forças de coesão
poderão ser superadas pelas forças de
dispersão, exatamente na oasião em que
o mundo, faminto de matérias primas, tende a
se aproveitar do momento de fraqueza nacional.
É
HORA DE DESPERTAR. TALVEZ A PENULTIMA HORA!
Gripe
Mexicana. Será também um simulacro?
(Assunto
recebido do Dr. Adriano Benayon)
Tal
como a guerra, as epidemias podem ser promovidas não
só para gerar ganhos para os grupos concentradores
financeiros que controlam as indústrias bélica,
de equipamentos etc., no primeiro caso, e os laboratórios
transnacionais, no segundo caso, mas também -
e talvez sobretudo - para desviar a atenção,
o foco dos agudos problemas sociais decorrentes da depressão
econômica. Esses podem gerar conflitos políticos
e até mesmo revoluções, o que é
o que mais interessa evitar, na ótica dos controladores
do poder mundial.
Dúvidas de um mexicano. - los siguientes puntos:
1. Si realmente es tan contagioso, ¿cómo
y donde están las familias de los muertos?
2. Si la influenza porcina es una mutación
del virus original de los cerdos, entonces el brote
de la infección debería haber comenzado
en el campo y no en la ciudades.
3. ¿Por qué no han mostrado una entrevista
con algún enfermo? (he visto que entrevistan
a familiares, diciendo que su familiar esta enfermo
y que ya está estable gracias a los medicamentos,
pero si el familiar ha estado en contacto directo
con el virus que lo lógico no es que esté
enfermo o en cuarentena?)
4. ¿Por qué no han dicho el nombre del
retroviral que esta "curando" a la gente
enferma?
Desculpem,
mas os oficiais de Inteligência são pagos
para desconfiar. Eu fui um deles, e um pouco menos de
ingenuidade só pode fazer bem a um oficial do
Exército como eu.
Na
próxima semana pretendo fazer um novo comentário,
conforme o desdobramento da situação nacional.
Saudações
patrióticas
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